quarta-feira, 8 de outubro de 2014
terça-feira, 30 de setembro de 2014
Regressões...Bullshit !
Os pobres e os iletrados estão todos vivos! Nunca existiram antes, nunca existirão depois!
Com que olhos verei essa nova e outra vida, depois desta? Com que mãos, pés e corpo, terei nascido noutras eras? O que pensei e fiz em cada uma delas? Não sei. Não nasci aí e nunca aí estive. Numa vida futura, quem terei sido nesta? A Lady Di? Nelson Mandela? Não sei...
Pelo que oiço, nunca em vidas anteriores houve ladrões, assassinos, vilões, sem abrigo, desgraçados. Todos foram reis ou rainhas, burgueses, cientistas, aristocratas, pensadores, grandes revolucionários...todos foram gente de grande nomeada. Que gentes então dominarei na minha próxima vida? De oiro? De prata? Quem, de facto, não serei?...
Eu.
Óscar Dinis
terça-feira, 23 de setembro de 2014
Protesto!
Nenhum esforço é inútil. Inútil, é esforço nenhum. Persistir no esforço é o único caminho para o conhecimento quando este padece de substantiva omissão. Parece efémero a principio, desgastante durante algum tempo, mas consubstanciado na aprendizagem através do erro irá liderar o mundo, porque aprendeu. Sozinho, talvez, mas aprendeu. Persistir no erro até aprender não é estúpido. Estúpido é não errar, porque tal não só é impossível, como dessa impossibilidade nasce a garantia de que quem o apregoa, é inexistente, não nasceu. O impulsionador não é necessáriamente o sapiente, esse é o pensador. O impulsionador é o que arrasta o mundo atrás da concretização de um objetivo, mesmo errando e errando pelo caminho; ainda que esse caminho, seja por ora, apenas um sonho. Um sonho quimérico que o pensador terá sonhado...uma realidade que só o impulsionador pode tornar possível!
Óscar Dinis
"O sucesso é ir de fracasso em fracasso, sem nunca perder o ânimo."
Winston Churchill
Óscar Dinis
"O sucesso é ir de fracasso em fracasso, sem nunca perder o ânimo."
Winston Churchill
domingo, 14 de setembro de 2014
De mim.
E não me pedes nada se me pedes,
Se me queres longe, e se me afasto,
Regresso-te, sem nunca ter partido,
Como me quiseres, assim me canso,
Meu conto incenso, meu descanso,
Parte toda que eu não tenho,
Senão toda que me és,
Porque de mim apenas tu,
E o som das ondas nos ventos dos búzios.
Óscar Dinis
quarta-feira, 10 de setembro de 2014
Nunca mais!
Dos "calendos" anos me lembro,
Dos pássaros a quem dávamos a asa,
Para que pudessem seguir-nos,
Agradecidos,
Por lhes partilharmos o céu.
E por promessas todas cumpridas,
De sempre nos fizemos,
Nem que a morte fosse a taça.
Só à mão estendida sem retorno,
Nunca mais!
Óscar Dinis
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