cheio de Lata... Aqui vai; camé hamé háaaaaaaaaaa:
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sábado, 20 de julho de 2013
sábado, 23 de março de 2013
Livre!
Deixei finalmente de procurar ordem no caos. Tornei-me imune; não há patogenia social que neste momento me consiga causar grandes alterações sistémicas. Não há um mínimo motivo mordente para a circense crueldade, para a iniquidade, para a violência, humilhação, exploração, crime, perdão ou redenção; há simplesmente algo precioso que se dissolve nas manhãs humedecidas, perdura nas noites perdidas, passeia pelas tardes empoeiradas. Algo que recupero, revivo, exponencio ao quociente do mais ínfimo que sou: A Liberdade! Agora sim, estou Livre, agora que sabem que não lhes pertenço nem nunca pertencerei!
sábado, 14 de julho de 2012
domingo, 17 de junho de 2012
Cantiga do Cão
Já estou feito num 8
já nem dobro bem a espinha
Ofereceste-me um biscoito
fizeste-me uma festinha
mas de festas já estou farto
chegaste-me a roupa ao pelo
tu tens pele de lagarto
deixa lá de ser camelo
já estou farto de ser cão
passar a vida a ladrar
estou farto de assim latir
ter essa trela a puxar
já só quero a Liberdade
estou cansado de uivar
para lá esse chicote
tu não me consegues vergar/matar/calar
Já estou feito num 8
já nem dobro bem a espinha
Ofereceste-me um biscoito
fizeste-me uma festinha
mas eu quero a Liberdade
já estou farto de amparar
amparar esse teu jogo
como chicote a vergastar
já só quero a Liberdade
tenho de a libertar
tu nunca serás meu dono
amanhã vou-te ferrar
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Adriano Correia de Oliveira - Fala do Homem Nascido
Uma excelente canção interpretada por Adriano Correia de Oliveira. e baseada num poema do grande poeta António Gedeão A ideal para iniciar o Fanzine do nosso Blog:
Música: José Niza
Viola: Rui Pato
Intérprete: Adriano Correia de Oliveira (in LP "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999; "Obra Completa": CD "Adriano Canta José Niza", Movieplay, 1994, 2007)
Música: José Niza
Viola: Rui Pato
Intérprete: Adriano Correia de Oliveira (in LP "Cantaremos", Orfeu, 1970, reed. Movieplay, 1999; "Obra Completa": CD "Adriano Canta José Niza", Movieplay, 1994, 2007)
domingo, 13 de maio de 2012
A raposa e o Caçador
olá raposa matreira/não me ferras mais o osso/ó cadela arruaceira/ tens coleira ao pescoço/não pensei ser caçador/nem nunca pensei matar/ mas raposinha matreira/ já estou pronto a disparar/tenho facas n'algibeira/ p'ra se o tiro me falhar/ é demais a vida inteira/ com teu dente a ferrar/ E se as facas me roubares/ e já nada mais houver/tenho mãos nuas despidas/ para o que der e vier...
terça-feira, 17 de abril de 2012
Enquanto não ouvir...
Enquanto não ouvir o leve vaguear de um cisne
poderei não ver ao fundo todas as brisas de um rio
Enquanto não ouvir o verão e o sol dos nossos beijos
poderei não ver ao fundo a seara do teu riso
Enquanto não ouvir os tons da chuva e as gotas da liberdade
poderei não ver ao fundo a terra molhada e o seu cheiro
Enquanto não ouvir nenhum segredo
poderei não ver ao fundo nem fim nem morte
Enquanto não ouvir tudo o que em mim deixaste
poderei não ver ao fundo o que me lembras.
Óscar Dinis
segunda-feira, 19 de março de 2012
BENFICA!!!!
Cá em casa, em termos futebolísticos, existe uma democracia plena.
Podem todos ser de que clube quiserem, desde que esse clube seja o BENFICA!
Óscar Dinis
sexta-feira, 16 de março de 2012
A Parábola do meteorito + Canção 30 Dinheiros
Fotos da autoria do meu amigo Filipe Seco, do tempo em que resolvemos participar numa mostra de arte louzanense.A Parábola do meteorito
Toda a cidade havia sido evacuada.
Vagarosamente, no seio da multidão que circundava o concelho, arrastava-se um vulto de feições cadavéricas e precocemente envelhecidas. Alienado pelo desgaste insone do pensamento descontínuo observava o Nada, aquele nada que habita no ponto de fuga do infinito e das memórias dissociadas da lógica e da realidade.
Los Gallos
Tema cantado por Óscar Dinis do original de Chicho Sanchez Ferlosio
quinta-feira, 15 de março de 2012
O Velho e o Pombo + Último Sol
A banda Sonora: Último Sol
O velho sentou-se mais uma vez no banco de jardim. Fê-lo vagarosamente, controlando assim o macerar doloroso de seus ossos. Abriu um saco de plástico, o mesmo de sempre, retirou um pão do dia anterior religiosamente guardado para os seus amigos pombos e ficou à espera. Suas mãos enrugadas contraiam-se em tremores involuntários e suas veias salientes latejavam marcando os segundos que compunham o martelar efémero do tempo. Eram quase nove horas da manhã.
O velho sentou-se mais uma vez no banco de jardim. Fê-lo vagarosamente, controlando assim o macerar doloroso de seus ossos. Abriu um saco de plástico, o mesmo de sempre, retirou um pão do dia anterior religiosamente guardado para os seus amigos pombos e ficou à espera. Suas mãos enrugadas contraiam-se em tremores involuntários e suas veias salientes latejavam marcando os segundos que compunham o martelar efémero do tempo. Eram quase nove horas da manhã.
terça-feira, 13 de março de 2012
Amiga, adeus, sem fim...
cabana de um pastor
Jurei veludo nos teus medos
primeiro livro...amor
domingo, 11 de março de 2012
Correu no vento uma história...
Correu no vento uma história
Que te falavam de mim
Como tu não há memória
Nunca se viu nada assim
Trago-te sempre no peito
Onde à luz de um candeeiro
Bate um galeão desfeito
Pelas vagas de um jardim
Se é toda minha a saudade
De morrer em sentimento
É toda tua a verdade
Água…poema meu fim
Se a vida soubesse a perda
Chorava no teu regaço
As velhas lendas de aldeia
Que te falavam de mim
Óscar Dinis
Pelas noites dos meus sonhos..
Pelas noites dos meus sonhos
Pelas rosas do teu corpo
Fazer amor em silêncio
Voando em brisas…diamante
Nas catedrais que te ergo
Onde entro toda a vida
Um velho corvo sozinho
Num encanto miserável
Pelas flores da montanha
Pelo triste que me deste
Gritos de sangue…saudade
Pelo amor que me quiseste
Num céu azul moribundo
Como uma ave à procura
De eterno sol de fim de tarde
Asas de oiro…ternura
Óscar Dinis
Maior do que a vida.
Que pena que tenho que não puderas cá estar...
Mas existes aqui! No vale onde os olhos que nunca esquecem são capazes de cavalgar nas nuvens dos ventos sem sorte e sem calor. Dos ventos que brisam os petizes campos da verde canção, e que não entendem no mais intimo odor de um beijo relembrado, a imoralidade da alma sentir a eterna sensação dos mares em corsário de peito aberto ás vagas numa caravela fantasma que és sempre tu e o mar que existe.
Que pena que tenho que não puderas cá estar...
Subúrbio de chuva, tristeza disfarçada, janela entreaberta para sempre fechada. Cheiro de rosa, sem cheiro dolorosa, perfume de espinhos...de tão saudosa.
Existes aqui!... onde sangra nas pétalas da recordação a folhagem primaveril de um vale que é só o meu coração.
Existes! E eu que por aqui vou indo, por aqui te vou contando... Estás dentro da minha vontade e és irreversível. Por quanto amor? Por tudo o que quase não passou de uma paisagem, mas que em curto tempo e toda a viagem foi tocada pelos dedos dos anjos em cada madrugada sem água...sem mágoa! E tu existes!... e calco todos os dias o pó e o teu caminho.
Porque me impediram a mim a vida amor? Que não bebesse mais dos rios onde nos banhámos e suámos e fomos sombra um do outro por entre árvore e areia?
Casarão amaldiçoado pela clausura de um grito que se renova e renova...que é só entranhas. Porteiro de uma abadia malograda, recluso e algoz de vontades que só o meu peito reclama e mais ninguém compreende...
Galopei para além de ti, triste de mim, que sem ti fiquei, mas eu nasci sozinho e sozinho morrerei amor, contigo! Até que um dia sejamos finalmente livres !
O meu peito quer ser dilacerado, entranhado por milhões de unhas esfomeadas de sangue, quer gritar que a cruzada seja breve... Quer ser feliz o meu peito a morrer na luta! Para que no fim possa por fim descansar e regressarmos para casa!
Lá moraremos para sempre nós...os que por "seu" desejo deram tudo, e a sua própria vida.
Amo-te!
Mas existes aqui! No vale onde os olhos que nunca esquecem são capazes de cavalgar nas nuvens dos ventos sem sorte e sem calor. Dos ventos que brisam os petizes campos da verde canção, e que não entendem no mais intimo odor de um beijo relembrado, a imoralidade da alma sentir a eterna sensação dos mares em corsário de peito aberto ás vagas numa caravela fantasma que és sempre tu e o mar que existe.
Que pena que tenho que não puderas cá estar...
Subúrbio de chuva, tristeza disfarçada, janela entreaberta para sempre fechada. Cheiro de rosa, sem cheiro dolorosa, perfume de espinhos...de tão saudosa.
Existes aqui!... onde sangra nas pétalas da recordação a folhagem primaveril de um vale que é só o meu coração.
Existes! E eu que por aqui vou indo, por aqui te vou contando... Estás dentro da minha vontade e és irreversível. Por quanto amor? Por tudo o que quase não passou de uma paisagem, mas que em curto tempo e toda a viagem foi tocada pelos dedos dos anjos em cada madrugada sem água...sem mágoa! E tu existes!... e calco todos os dias o pó e o teu caminho.
Porque me impediram a mim a vida amor? Que não bebesse mais dos rios onde nos banhámos e suámos e fomos sombra um do outro por entre árvore e areia?
Casarão amaldiçoado pela clausura de um grito que se renova e renova...que é só entranhas. Porteiro de uma abadia malograda, recluso e algoz de vontades que só o meu peito reclama e mais ninguém compreende...
Galopei para além de ti, triste de mim, que sem ti fiquei, mas eu nasci sozinho e sozinho morrerei amor, contigo! Até que um dia sejamos finalmente livres !
O meu peito quer ser dilacerado, entranhado por milhões de unhas esfomeadas de sangue, quer gritar que a cruzada seja breve... Quer ser feliz o meu peito a morrer na luta! Para que no fim possa por fim descansar e regressarmos para casa!
Lá moraremos para sempre nós...os que por "seu" desejo deram tudo, e a sua própria vida.
Amo-te!
Óscar Dinis
sexta-feira, 9 de março de 2012
Los niños
"Para ser grande, sê inteiro: nada
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."
Fernando Pessoa ( Ricardo Reis)
Teu exagera ou exclui.
Sê todo em cada coisa. Põe quanto és
No mínimo que fazes.
Assim em cada lago a lua toda
Brilha, porque alta vive."
Fernando Pessoa ( Ricardo Reis)
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