Deambulava pelas ruas manchadas de sangue, como se à torrencialidade dos pensamentos se impusesse um travão e como se esse travão fosse subjugado pelo atrito de uma força maior. Não havia tempo nem espaço, apenas o martelar ensurdecedor, cíclico e persistente de condicionantes transmudados em determinantes de um todo.
Vejo Asco e ódio. Vejo flashes afiados como fios de garrotes. Vejo asfixia. Sinto escuridão.
Cheiro sabores de grito e tortura presos em armas agora decadentes que moraram na minha mão. Últimas palavras? - Não, nunca se ouvirão!


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