Mulher...
Hoje o meu anjo mergulhou fundo
Nas águas mornas dos teus olhos.
Ah! Amor…que saudade!
De semelhantes aos meus,
Também os teus não calaram,
O brilho sorriso paixão,
Abadia, disfarce, vulcão,
“Tudo”, que nunca existiu!
Mas então, porquê saudade,
Se nunca tivemos sol?
Se não é ou foi noutra vida,
Que Istmo este é que nos une?
Crepúsculo eterno, maldição?
Nunca, ou até sempre amor?…
Nem só Alma saberão!
Óscar Dinis

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